Livro: Manual de Logica Jurídica aplicada – Capitulo – 3 – A Construção Logica das soluções Jurídicas. Paginas 56-86 Autor: Rangel Junior.

 

3.4.2.5- Argumentação Jurídica

O autor define o conjunto lógico de premissas como argumentação. Levando em consideração da especificidade da argumentação jurídica torna-se a hermenêutica como ferramenta no processo, visto que possibilita a compreensão  a medida que  busca convencimento pelo entendimento.

Argumentação jurídica não se confunde com arte visto que esta lida emoções e sensibilidade, sem compromisso com a verdade mesmo porque  as diversas as diversas artes utilizam fantasia, no entanto argumentação jurídica dever compromisso sobre tudo com a verdade. Utilizando diversas técnicas de convencimento que embora em alguns casos emocionem e utilize sobre tudo arte cênica isso poderá fazer parte do cabedal de talento desse o daquele jurista, no entanto a essência argumentação jurídica esta sobre tudo comprometida com os fatos.

3.4.2.5.1 – Ética da argumentação

Na argumentação jurídica deve levar os parâmetros éticos por evitar o constrangimento do oponente e, portanto o equilíbrio entre subjetividade prolixa e objetividade sem o devido tato e urbanidade. Portanto é necessário levar em consideração alguns fatores que se tornam sistemático diante da intenção da argumentação esta dentro dos parâmetros éticos.

Podemos citar: 1- Dialogicidade – esta aberta ao contraponto, para ouvir da outra parte o seu ponto de vista, esta pronto debate e se possível criar oportunidade para isso. 2- Impessoalidade – o jurista não deve construir seu argumento a partir de preconceitos pessoais, neste sentido a objetividade é importante.

 

Conforme  afirma Rangel Junior:

“… capacidade de neutralizar-se emocionalmente, a ponto de não tornar o processo argumentativo uma questão de honra, até porque, ao final do debate , a vitoria tem de ser, não da pessoa do argumentador, mas da ciência.”

Ressaltou a importância da construção da argumentação de condicionais relacionado de saber pra quem, onde e a situação de quem vai ouvir argumentos. Pois notadamente deve ter em sua essência um caráter da chamada elegância humanística.

3.4.2.5.2 – Tipos de argumento.

A argumentação é um  recurso infinito, no entanto convencionou –se que foram considerados clássicos da argumentação jurídica conforme segue:

Argumento ab auctoritate – autoridade: Este tipo argumento busca usar a opinião de autoridades sobre o assunto a partir daquela mesma tese defendida. Por exemplo, caso queira defender uma causa em que trata da relação de: Fato, Valor e Norma – Citações de Miguel Reale seria uma boa fundamentação. Ao mesmo tempo caso tese defende seja a norma de forma positivista os argumentos de Hans Kelsen daria uma boa fundamentação neste quesito.

Argumento ad hominem: Este tipo de argumento se sustenta   levando em consideração o argumento do contraditor utilizando-o contra o mesmo para convencê-lo de que esta equivocado.

Opinião: Alguns autores trata esse argumento que pode ser usado fugir do e ataca o opositor ou mesmo desvia do assunto por desviar o foco em debate.

Argumento Exemplar – Analogia: Sustenta-se por meio da de fatos semelhantes, a decisão devem ser a mesma. O argumento exemplar ou analogia se constrói a partir d a jurisprudência. Observa-se que não é uma questão de simplesmente citar decisões semelhantes, faz necessário mostrar a relação que se estabelece entre a situação decidida e a situação e a se decidir. Alias, existe um tipo de recurso na sistemática processual se aplica a tese defendida.

 

Argumento ad rem: Um argumento objetividade pela obviedade da argumentação onde enfatiza-se a a própria ideia:

“… dada a comprovada impotência absoluta de meu cliente, devo reafirma ser ele, inocente do crime de estupro.

Argumento ab absurdo: é aquele que procura demonstrar a falsidade de uma preposição por da seguinte maneira estender a ideia da obviedade do absurdo. Chegando a um resultado inaceitável ao raciocínio lógico.

Citou Rangel como exemplo:

… dadas as circunstancias do fato… Morte por golpes de faca nas costas da vitima… e suas condições físicas de deficiente físico, pela ausência dos sois braços…devemos descartar, a hipótese de suicídio.

Argumento a Contrario sensu: Nesta  tipo de argumentação objetiva convencer a outra parte de que o contrario de seu oposto também é apropriado. Tem como principal fundamento o princípio da legalidade, assim enunciado: “Ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei Logo, tudo que a lei nãoproíbe, é permitido.

Argumento a Pari: Este argumento parte da semelhança entre os fatos.

Cita Rangel o exemplo: a noção de inviolabilidade de domicilio se estende a edifícios outros que não são residência, mas que são a par, tão quanto abrigos ….

            Argumento a Fatiori:Como traduz o significado o argumento de maior razão na sua essência de tem  quem autoridade de fazer o mais, fazer menos. Na pratica:  “Quem esta autorizado admitir poderá demiti”

            Argumento a maiori ad minus: Esta argumentação ao contrario da fatiori que se preocupa-se com a capacidade de fazer algo este argumento leva em consideração o critério utilizado para maior também serve para o menor .

Argumento a minori ad maius: Ao contrario do argumento maiori ad minus este argumento utiliza  o critério menor deve também ser utilizado para o maior

Argumento por entinema: A utilização do silogismo torna-se ineficaz visto que não ter sua premissas subentendidas.

Argumento a priori: Neste tipo de argumento sua construção se dar levando em consideração fatores antecedentes, as vezes abstratos, sendo para estes prioridade causas na  construção das premissas para argumentação.

Argumento posteriori: Ao contrario da argumentação priori, a posteriori a argumentação ele se dar a parti de fatos ocorridos leva em consideração sinais ou situações concretas e assim se fundamenta argumentação nas consequências .

Assim sendo a doutrina e a Jurisprudência serve de fontes  necessárias para construção de argumentação nos seus diversos aspectos. Sendo usados como critérios para interpretação para chamado “bom direito” dentro do rito jurídico.

3.4.3 Conclusão: procedimento dialético

3.4.3.1 As duas etapas conclusivas

Para que seja compatível a argumentação necessariamente as premissas deveram ser coerente com a realidade para apontar para o julgador a solução do conflito. Levando em consideração ordem jurídica como norteador moral  sendo também fator essencial para pleito almejado.

Dentro do raciocínio jurídico esta necessariamente ligado a dialética, que permite e de forma reiterada o debate e contraditório. Assim sendo os operadores do direito devem esta preparados para desenvolver e aprimorar as técnicas de aos meios de persuadir e de convencer pelo discurso, de criticar as teses do adversário, de defender e justificar as suas próprias, valendo-se de argumentos mais ou menos fortes.

O raciocínio jurídico é espaço onde temos a oportunidade de sedimentarmos um caminho alternativo na busca por mais justiça. Não por achar que sempre estamos com a “verdade jurídica”. Mas nas diferentes ideias e ponto de vista , ir  buscando no coletivo, uma sustentação para este novo raciocínio, além de legitimá-lo, ira torna-lo plausível e aceitável perante outras pessoas e outros grupos. Pode então o raciocínio jurídico influenciar o juiz na aplicação da lei, pois uma de suas metas é regrar a vida em sociedade pacificando.

Mas ainda assim entendo que a construção da dialética do raciocínio jurídico não é só uma construção de ideias, ainda assim faz necessário que feito de forma que leve em consideração os meios técnicos, verbalizados, por escrito ou oralmente. Assim, em toda e qualquer circunstancias da experiência jurídica, enfrentará o profissional dois momentos, nesta ordem:

  1. Etapa cognitiva

1.1  Analise interdisciplinar do fato;

1.2  Promoção da adequada hermenêutica da dinâmica entre as fontes de revelação da licitude (premissa maio)

2.  etapa aplicativa

2.1 verificações da compatibilidade do fato com a hermenêutica (conclusão)

2.2  exposição dialética de sua conclusão, revelando suas razões e descabimento das     possíveis contrarrazões (apresentação da conclusão)

 

3.3.3.2  Transmissão das conclusões jurídicas: linguagens do jurista

A linguagem de jurista tem como finalidade estética para impacta a sensibilidade dos interlocutores. Todavia ainda assim alguns aspectos são importante no uso desta linguagem tais como: os elementos culturais para que o discurso cause seu objetivo primordial que alcançar e convencer a outra parte.

No processo jurídico logico obedece a uma ritualística estética levando em consideração a analise hermenêutica assim como aplicação do silogismo na sua argumentação que pode torna-se quase coercitivo a medida que deseja tornar seu discurso logico. Todavia há uma distinção obvia de quem apresenta pois dependera deste, desenvolver habilidade que permita ser adaptável e coerente ao publico a que se dirige. E a modalidade de retorica exigida por determinado tipo de  publico, com caracteres próprios. Sejam as linguagens jurídicas: acadêmica, judicial, politica e de massa.

 

3.3.3.2.1  Linguagem acadêmica.

A linguagem a acadêmica jurídica parte dos pressupostos didáticos, técnico, jurídico e, portanto deve ser celebrada a linguagem sobre inequívoca para formação do jurista. Mesmo porque a credibilidade passara pela linguagem com todos os seus chamados signos de comunicação. A linguagem também se tornara um diferencial para o operador do direito em formação. Tornando claro o que empírico e o que é ciência.

A imprecisão da linguagem acadêmica jurídica poderá gerar problemas na formação profissional tais como: descredito técnico-cientifico do emissor e reprodução do desconhecimento no receptor. Essa inconsistência na formação poderá gerar ineficiência na formação certamente refletirá na prestação do serviço jurídico pelo futuro profissional.

A exemplo disso esta o conceito de palavra licitude. Quando alguns jurista preferem a atribuir a palavra licitude como sinônimo da palavra legalidade. Quando na realidade a licitude é a obediência direta ou indireta a constituição e a legalidade esta relacionado com observância esta de acordo o ou não com  a constituição.

Resta então, que a discursividade  jurídica , quanto a linguagem acadêmica, deve primar pela retorica doutrinaria baseada na precisão terminológica .

3.3.3.2.2 Linguagem judicial

A linguagem judicial ele obedece outros que não são acadêmicos, assim sendo o objetivo exclusivo da linguagem jurídica elucidação de demanda. Assim sendo a linguagem tem a preocupação de evitar divergências técnicas por obedecer a ritualística jurídica. O exemplo de a peça técnica denominada parecer jurídico respeitara as seguintes estruturas:

Ementa- processo/procedimento; consulente; assunto;sumario do parecer;

Relatório do caso;

Quesitos;

Apresentação da metodologia utilizada pelo consultor;

Desenvolvimento

Conclusão

Local/data

Assinatura do parecerista

Em se tratando de um parecer devido a uma consulta jurídica deveram ser caracterizados por seu pragmatismo, justamente por isso os sinais comunicação devem estabelecer uma linguagem eficiente e clara em relação da consulta estabelecida mostrando as consequências concretas dessa ou daquela posição.

No que diz respeito as peças  petitórias e decisórias é imposto que as linguagem devem deixar claro a linguagem judicial que estabeleça a retorica da submissão para aquilo deve ser cumprido ou deixar de cumprido.

O próprio regime jurídico-formal estabelece os elementos formais da estruturas das sentenças e dos petitórios judiciais:

Identificação do processo: ação/recurso e respectivo numero;

Ementa; síntese da decisão e correspondentes fundamentos jurídicos;

Relatório: identificação do juízo, das partes e seus procuradores e do pedido; e

Decisão.

Já os artigos 282 do CPC e 41 do CPP estabelecem, para os petitórios em geral, a seguinte estrutura material:

Vocativo: identificação do juízo a que se destina a petição;

Condições da ação: identificação da legitimação( autor/reu), interesse processual(indispensabilidade da via judicial tipo de ação do procedimento) e possibilidade jurídica do pedido.

Causa de pedir: fato construtivo da relação jurídica, relação jurídica, fato constitutivo do direito;

Pedido.

 

3.3.3.2.3  Linguagem politica

O discurso politico tem a preocupação politico institucional. Em consideração o caráter jurídico governamental. Ainda assim geralmente é construído levando em consideração sensibilização politica social dentro de viabilidade sistêmica, levando em consideração a razoabilidade da aplicação regras a serem estabelecidas.

O exemplo do crime mendicância previsto em no Código Penal Brasileiro sua aplicabilidade do ponto vista pratico e instrucional não faria nenhum sentido. Neste caso apesar do ato politico jurídico ser imperativo quanto ao crime, por outro lado retorica em relação a punição a este crime seria desarrazoado do ponto vista social e institucional penal. Espera-se que os agentes políticos sejam sensíveis as evidencias as necessidades socioinstitucionais

3.3.3.2.4  Linguagem de massa

A  chamada vulgarização da linguagem jurista vem-se dando em dois âmbitos: No que diz respeito a missão do profissional do direito não existe uma padronização retorica. Quanto a presença de jurista nos meios de comunicação a necessidade de uma retorica especial.

 

3.3.3.2.4.1 Imperativos socioinstucionais na formação do profissional do direito

A natureza do ensino jurídico atual desconstrói a ideia de aulas meramente discursiva.  E encoraja uma abordagem aulas dinâmicas e interativas com a plena participação dos alunos na sala de aula.

Ao mesmo naturalmente a sociedade vem se aproximando cada vez do direito não estatal a medida que estabelece a conciliação de conflitos como meio eficaz e legitimo de dirimir pequenos conflitos .

Por outro lado o Direito reconhece com legitima essa aproximação e ao mesmo tempo em que encoraja a descentralização da justiça estatal. Assim sendo em virtude desta nova realidade, tem sido encorajada a justiça alternativa  preventiva como medita profilática aos conflitos dando agilidade nas relações jurídicas.

Na verdade a democratização de conteúdo jurídico promovido pela mídia de modo geral tem permitido que se tivesse melhor compreensão da ordem jurídica.

Devido esta nova demanda surgi um problema que tem se tornado recorrente, que são as informações imprecisas e tecnicamente questionável de profissionais comunicação em relação ao direito. Abrindo assim uma oportunidade para o jurista a tornar-se um comunicador institucional do direito. Pois este operadores direito nas sua diversas especialidade, não só possuem a legitimidade técnica para falar sobre o assunto, bem como obrigação social institucional. Todavia faz necessário adquirir a expertise de comunicador institucional com todas as características que se espera de comunicador de massas.

Havemos então de ir em busca de novas exigências mercadológicas:

1-      Desmitificação do discurso jurídico: Eliminar a ideia que o jurista usa o discurso como arma de ostentação de poder.

2- Desmitificação do discurso jurídico: Afastar o conceito de para o discurso cientificamente preciso é necessário afastar-se sociedade devido a sua persuasão constrangedora.

3- Comunicabilidade eficaz: Comunicação de ser eficaz por habilitarem os           graduando de direito comunicar-se tranquilamente com a sociedade civil.

 

3.3.3.2.4.2 O direito nos meios de mídia

Tornou-se ponto pacifico a exigência de uma massa juridicamente leiga, movido pelo sistema democrático de direito. Disso  surge a necessidade te traçarmos um discurso voltado para este publico para que conheça o direito em sua extensão e profundidade  necessária para sairmos da espera empírica especulativa e tornar o conhecimento jurídico cientifico. Mas para isso é importante definir a estética da transmissão para que  consiga sensibilizar de fato o grande publico nas suas diversas particularidade sociais e intelectuais dai a importância da logica jurídica como vetor dessa comunicabilidade.

Nesta nova realidade midiática alguns fatores se tornam condições sine qua non para inserção dos juristas nos meios de comunicação. Podemos dizer que o domínio noção técnica de realidade é item importante, especialmente por  meio de exemplos práticos oportuniza  e estimula constante debate sobre o que lícito afastadando as especulações jurídicas do cotidiano da sociedade.

O papel do jurista  na mídia deve de ter uma comunicação educativa . A partir de critérios de espontaneidade do entretenimento. Sem contudo ter a pretensão transferir soluções arbitrarias, mas criando oportunidade de gerar sujeitos autônomos diante da sua exposição.

De essa forma aproveitar-se a influencia dos meios de comunicação massiva, para inserir no universo cultural de nossa sociedade a reflexão jurídica, institucional-moral, é o caminho defensável, até mesmo como exercício filosofico-culturalista.

Relação a comunicação de massa alguns fazem criticas contundente sobre tudo por afirmar que os veículos de comunicação não tem compromisso com educação e sim com audiência e que diante desta realidade nem sempre os programas teria uma qualidade satisfatória. Este situação é chamada de paradoxo da contemporânea cultura inculta.

Entretanto é indefensável que jurista proporcione pelo entretenimento midiático papel que chamamos de comunicação de massa. Podemos afirmar que ´responsabilidade de dos operadores do direito efetivar essa ciência por difundi-la ao maior numero de pessoas.

COMO CALCULA 13º. SALARIO DOMESTICA E-SOCIAL

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Horas extras,adicional noturno e gratificações entram no benefício. Trabalhadores com menos de um ano de serviço também têm direito a receber proporcional.

O mês de dezembro está chegando e com ele a obrigação de pagar o 13º salário da empregada doméstica, mas muitos empregadores não sabem como fazer o cálculo. O valor do 13º salário varia de acordo com o momento da admissão do empregado e mesmo quem ainda não tem um ano completo trabalhando na mesma casa tem direito.
O cálculo exige atenção já que horas extras, adicional noturno e gratificações entram no valor do 13º. Quem não quiser se preocupar pode contar com os serviços da Doméstica Legal.

Empregados que foram admitidos até 15 de janeiro de 2015

Para quem admitiu um empregado doméstico em qualquer momento de 2014, ou até o dia 15 de janeiro de 2015 deverá pagar o décimo terceiro salário com valor igual ao do salário mensal do empregado.

Empregados que foram admitidos depois do dia 15 de janeiro de 2015

Os empregados contratados após o dia 15 de janeiro, ou ao decorrer do ano de 2015 têm direito de receber o 13º proporcional. O cálculo do valor é feito dividindo o salário mensal do empregado por 12 (quantidade de meses no ano), o resultado desta conta é igual ao 13º proporcional a um mês trabalhado. Quando a pessoa trabalhar a partir de 15 dias em um mês já tem direito ao 13º como se tivesse trabalhado aquele período aquisitivo inteiro.

Caso necessite consultoria gratuita sobre e social da domestica ligue para a Tavares Contabilidade.

(71) 3022-2427 3492-1478 3261-3464 – Rosí Sales

e-mail: rosisales.contabil@gmail.com

 

Extraído: Parte folha UOL e domesticalegalnoticias

 

Desafios do E-social domestico

 

Empregador doméstico não consegue gerar boleto para recolher tributo

A quatro dias do fim do prazo, o pagamento do primeiro mês de impostos para os empregados domésticos pelo sistema oficial do governo não está fácil. Centenas de mensagens deixadas por empregadores nas páginas em redes sociais do sistema E-Social, do governo, dão conta de um problema: após o cadastro, os empregadores simplesmente não conseguem gerar o boleto para o recolhimento dos tributos, como FGTS e INSS.

O engenheiro civil Valdemar Salamondac, de São Paulo, é um deles. Depois de realizar o cadastro no sistema, na sexta-feira, 30, ele tentou ao menos 6 vezes, em diversos horários nos últimos três dias, gerar o boleto, mas não conseguiu. “Uma senha foi criada no cadastro, mas na hora de gerar o boleto, essa mesma senha não funciona. O site não reconhece. Em apenas uma das tentativas consegui avançar com a senha do cadastro, mas em seguida o serviço travou. É impossível”, disse ele.

Os empregadores correm contra o tempo para evitar a cobrança de multa. O boleto precisa ser gerado e pago até sexta-feira, para que a situação fiscal do trabalhador doméstico fique regular. Caso isso não ocorra, o empregador sofrerá uma multa de 0,33% por dia de atraso, até o limite de 20% dos tributos devidos. Há uma alíquota de 8% do FGTS e outros 3,2% do salário de seu empregado para cobrir a penalização de 40% sobre o saldo do FGTS a ser paga em caso de demissão sem justa causa. Ao INSS, a alíquota é de 8% e há ainda 0,8% de tributo para cobrir o seguro por acidente de trabalho.

“Vou tentar até sexta-feira, mas se não conseguir gerar o boleto, vou pensar em alternativas, como redução da jornada de minha empregada ou alguma outra coisa. É difícil você querer pagar o tributo, preencher o cadastro e simplesmente não conseguir terminar o processo”, afirmou o engenheiro civil.

A Receita Federal, responsável pelo E-Social, reconheceu em nota que houve problemas técnicos no sistema ao longo do sábado, mas, segundo a Receita, todos os problemas foram solucionados na noite do mesmo dia. Em contato com o Estadão, a assessoria do Fisco informou que as dificuldades enfrentadas pelos empregadores desde o domingo são relacionadas à conexão com os servidores de internet, e não mais com o sistema do governo. Os relatos de empregadores com dificuldades para gerar o boleto, chamado de Guia de Arrecadação do E-Social, continuaram nas redes sociais até a noite de ontem, no entanto. O engenheiro Salamondac fez tentativas na tarde de hoje e também não conseguiu.

Segundo a Receita, até a manhã de sábado eram pouco mais de 1 milhão de empregadores cadastrados no sistema oficial. A expectativa do governo é que o universo total atingirá 1,2 milhão de empregadores. São esses que precisam, até sexta-feira, gerar o boleto para pagamento dos tributos.

Extraido do Jornal de diario de Pernambuco

Vagas em Contabilidade no Google, Facebook e Twitter

 

 

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Vagas em Contabilidade no Google, Facebook e Twitter

Trabalhar em uma das gigantes da tecnologia é o sonho de muitos profissionais. Pois agora é possível tentar realizar esse desejo por aqui mesmo.

Trabalhar em uma das gigantes da tecnologia é o sonho de muitos profissionais. Pois agora é possível tentar realizar esse desejo por aqui mesmo: três das maiores da internet têm vagas abertas no Brasil. Google, Facebook e Twitter estão recrutando profissionais de diferentes áreas. As companhias anunciam em seus sites de carreira sempre que há novas posições abertas. O inglês é fundamental, até mesmo para ler os anúncios das vagas, que são feitos no idioma.

A maioria das ofertas é para São Paulo, onde as três companhias têm seu escritório central no Brasil — o Google também tem uma filial em Belo Horizonte — mas essas empresas são conhecidas por não limitar o recrutamento pela região geográfica, estando abertas a candidaturas de profissionais de todo o país. Veja quais são as oportunidades abertas e saiba como se candidatar: O Google, que tem um escritório central em São Paulo e outro, menor, em Belo Horizonte, está com 24 oportunidades abertas. Entre elas: responsável por operações financeiras e gestão de projetos; gerente de programa para canal Android; contador sênior; assistente jurídico que fale japonês e engenheiro de software. Em entrevista ao Boa Chance em dezembro de 2013, Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, afirmou que busca profissionais que tenham curiosidade e vontade de aprender. Todas as vagas podem ser acessadas aqui.

No Facebook, cuja sede no Brasil também fica em São Paulo, há dez vagas disponíveis. Entre as oportunidades estão: gerente de soluções para clientes; analista de marketing; diretor de comunicação para a América Latina e gerente de segurança. Todas as vagas são anunciadas no site de carreiras do Facebook. Leonardo Tristão, diretor-geral do Facebook Brasil, afirmou, em entrevista ao Boa Chance em abril, que “o candidato ideal é aquele realmente apaixonado pelo Facebook”.

Outras características que são valorizadas são o espírito de equipe, não ter medo de errar e saber se divertir, disse ele. Já no Twitter, outra gigante da internet que, no Brasil, fica localizada em São Paulo, está em busca de seis profissionais. Entre as vagas estão: gerente de conteúdo de marketing; analista de contabilidade sênior e especialista em produtos. As outras oportunidades podem ser consultadas no site do Twitter.

 

Fonte: O Globo

 

Declaração eletrônica simplifica regularização de obra junto à Receita Federal

Declaração eletrônica simplifica regularização de obra junto à Receita Federal

Nova sistemática da Declaração e Informações sobre Obra – Diso prevê que responsável pela obra envie a declaração pela Internet. Prazo para cálculo do tributo será reduzido e passará a ser instantâneo em alguns casos.

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A partir do dia 4 de julho, as pessoas físicas e jurídicas que precisam regularizar suas obras junto à Receita Federal poderão entregar a Declaração e Informações sobre Obra (Diso) por meio da Internet, com redução significativa dos documentos a serem apresentados ao órgão. A regularização das obras de construção civil é imprescindível para que seja realizada a averbação do imóvel e para que o imóvel possa ser utilizado como garantia em financiamentos, por exemplo.

A regularização junto à Receita Federal é necessária para que seja expedida a Certidão Negativa de Débito (CND) relativa à obra, o que permite a averbação junto aos cartórios de registros de imóveis. Tal regularização pode ser feita de duas formas: por meio da declaração decontabilidade regular, no caso de empresas que mantém a escrituração contábil, ou pela aferição, que consiste em uma estimativa do custo da mão de obra baseada em uma série de variáveis tais como tipo da obra, metragem e padrão da construção, dentre outros. Nos dois casos, exigia-se do responsável pela obra a entrega de uma série de documentos para serem analisados pela Receita Federal, tais como plantas da obra, notas fiscais e contratos com prestadores de serviço. A análise e tramitação dos documentos acarretava em um tempo médio de espera que podia chegar a 60 dias, podendo ser ainda maior caso fossem constatadas irregularidades nos documentos.

Com a nova Diso, que substitui a versão em papel e será processada exclusivamente por meio da Internet, a Receita racionalizou os procedimentos, reduzindo significativamente a quantidade de documentos que o responsável pela obra precisará entregar ao Fisco. Em uma sistemática semelhante a do Imposto de Renda, o contribuinte irá declarar todas as características da obra por meio da Internet, sendo que, em alguns casos, até mesmo o documento com o valor da contribuição a ser recolhida será emitido na Internet.

Após o recolhimento da contribuição, quando for o caso, ou para a continuação do processo de regularização, o interessado necessitará apenas levar à Receita Federal um documento oficial da Prefeitura (geralmente o Alvará ou Habite-se), que comprove as características básicas da obra tais como, a destinação (residencial ou comercial por exemplo) e área construída. Sendo assim, o contribuinte deve apenas agendar uma data para a entrega do documento da Prefeitura, e caso não haja problemas, terá acesso à Certidão Negativa de Débito ou ao documento com valores a serem recolhidos. Estima-se que com a nova sistemática o tempo médio de tramitação de documentos para a regularização da obra caia para cerca de cinco dias úteis caso não haja problemas com a documentação.

Entretanto, é importante destacar que caso sejam constatadas irregularidades na declaração, a Receita pode efetuar uma auditoria sobre a obra, caso em que serão aplicadas multas. Se for constatada fraude na declaração, o responsável pode responder criminalmente por suas ações.

Mais informações sobre a Diso Internet e os procedimentos necessários para a regularização de obra podem ser obtidos na página da Receita Federal

www.receita.fazenda.gov.br, na guia “Declarações e Demonstrativos – DISO (Declaração e Informações sobre Obra).

Fonte: Receita Federal

 

 

Por que os departamentos estão deixando de existir nos escritórios contábeis?

Por que os departamentos estão deixando de existir nos escritórios contábeis?

O atendimento fiscal/contábil deve ser realizado pelo mesmo profissional, pois são momentos diferentes do mês. Com o giro de clientes nas equipes, todos terão a oportunidade de vivenciar novos cenários, dando estabilidade à continuidade do trabalho

 

Atualmente, muitos profissionais estão desistindo de integrar as equipes dos escritórios contábeis. Em uma análise rápida, é possível elencar o estresse, a rotina e o alto volume de trabalho existente, como alguns dos principais causadores desse problema. Contudo, é sabido que o gestor – cujo papel é manter a sinergia entre as pessoas, ao mesmo tempo em que administra a estrutura da empresa, tendo em vista os recursos nela existentes – deveria, hábil e competentemente, resolver essa questão para diminuir, ou, até mesmo, extinguir o risco de perder sua equipe. Mas, como tornar o trabalho no escritório atrativo, motivando os colaboradores a permanecerem nele, por sua própria vontade?

A proposta, neste artigo, é analisar a necessidade real em ter um grupo de pessoas (departamento), com dedicação exclusiva a uma única área de atuação, já que os trabalhos efetuados nas áreas pessoal, fiscal e contábil – apesar de ocorrerem mensalmente – não ocupam todos os dias do mês. Isso acaba gerando períodos de extremos nas equipes, em que há sobrecarga ou ócio, e ocorre devido aos prazos legais.

Por exemplo, não há processamento da folha de pagamento após o dia 7 (data de vencimento do FGTS) , nem apuração de impostos fiscais ao final de cada mês. A conclusão da contabilidade ocorre somente após a integração da folha de pagamento e do movimento fiscal, sendo ela, normalmente, o último trabalho rotineiro a ser encerrado. Portanto, se você é defensor da departamentalização do escritório, tudo bem, mas já se perguntou em que as pessoas se dedicam durante todo o mês, visto que o trabalho ocorre em períodos específicos?

Hoje em dia, os escritórios contábeis que conseguem aumentar o índice de registros automatizados, acompanham a conseqüente redução no tempo necessário para efetuar o trabalho. Porém, isso ainda não é suficiente para reduzir a quantidade de colaboradores, principalmente quando a estrutura é estabelecida por departamentos, onde o colaborador atende muitos clientes, mas com um foco único.

Os escritórios modernos, com índice superior a 80% de registros automatizados, possuem um organograma diferente, muitos estruturados na forma de um losango. No ponto superior estão os especialistas por áreas, que atuam simultaneamente no atendimento de questões pontuais aos clientes e na retaguarda das equipes de atendimento; no ponto inferior estão os auxiliares, com foco na ajuda interna (aprendizes); e, nos pontos intermediários do losango, em maior quantidade, estão, principalmente, os assistentes, com papel do atendimento continuado aos clientes. Os pontos intermediário e inferior formam os núcleos de atendimento: equipes de trabalho com múltiplos focos.

Exemplificando novamente, um núcleo de atendimento com foco fiscal/contábil, composto por uma equipe com 3 a 4 colaboradores, deve atender a um grupo específico de clientes conforme a sua capacidade.
Isso é definido pelo perfil da equipe e pelo histórico do tempo de atendimento. O ideal é a mesma pessoa realizar o atendimento fiscal e contábil para iguais clientes, pois são dedicações em momentos diferentes do mês, e, assim, o cliente terá menos pessoas com quem interagir. Gradativamente, os clientes devem girar no núcleo, sendo atendidos por pessoas diferentes, permitindo, em médio prazo, que todos os integrantes do núcleo adquiram a capacidade e vivência no atendimento de cada cliente.

O modelo acima, além de ser um fator motivacional aos colaboradores, por propiciar, freqüentemente, alterações nas rotinas de trabalho e novos cenários de aprendizado, proporciona segurança na continuidade de atendimento, reduzindo os reflexos dos colaboradores que deixam a empresa. Esse modelo maximiza o conhecimento técnico e específico dos clientes.

Quanto aos especialistas, ponto superior do losango, esses atuam na melhoria da operação e validação dos trabalhos executados pelos núcleos de atendimento, exercendo, nesse passo, a capacitação interna nas áreas em que respondem. Devem ter flexibilidade para se dedicar aos clientes conforme as necessidades específicas de cada um. Também, passam por eles a implantação dos novos clientes, momento de muita atenção em que demandam uma dedicação diferenciada, até que a adaptação à rotina do escritório se estabeleça.

Vale acrescentar que os especialistas compõem o custo fixo do escritório; os núcleos de atendimento, o custo variável, aumentando ou reduzindo conforme a quantidade de clientes e das alterações na rotina de atendimento, base à geração do preço de venda. Com esse organograma, os núcleos são ocupados com as demandas contínuas (rotina) – ainda tendo como missão o giro no atendimento –, que são acompanhadas por especialistas em áreas diversas, que exercem o papel de auditor, instrutor e apoiador no atendimento pleno aos clientes.

Por último, é dessa forma que o escritório estará utilizando plenamente toda a sua estrutura humana e o gestor terá a segurança de que a troca de profissionais não prejudicará a rotina de atendimento. Uma vez que se possui pessoas com focos exclusivos, disponíveis a todos os clientes, conforme a necessidade, você estará gerando, ainda, a cultura da capacitação continuada à sua equipe. Isso significa que, quanto maior o tempo de manutenção dessa estrutura em losango, maior será o preparo da equipe para absorver novos projetos e novos clientes, sem interferir no atendimento continuado aos clientes do escritório. Sendo assim, bingo, seu escritório estará pronto para crescer.

 

 

Texto: Tiago Pompermaier

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O Marketing Contábil – O boca a boca mudou… agora é online

O crescente aumento do número de pessoas com acesso a internet, tem mudado a forma das pessoas se comunicarem. Da carta para o email, do email para as redes sociais. O mundo mudou e é hora de nós nos atualizarmos acompanharmos essas mudanças.

 

 

 

 

Venho presenciado desde os últimos anos, uma mudança enorme na forma das pessoas absorverem informações. Pesquisas mostram que mais de 55% das pessoas que possuem acesso a internet, a utilizam como meio principal para se manterem atualizados e nada mais justos, o número de informações que tem na Internet não cabe em nenhum outro meio de comunicação no mundo.

Hoje em dia as pessoas passam mais tempo na internet do que em frente a uma televisão. Dessa forma as empresas estão lutando muito mais para ter seu espaço ao sol da internet do que um comercial no horário nobre da TV aberta.

Essa perspectiva nos remete a uma mudança na forma das empresas fazerem marketing, venderem seu “peixe” e tornar sua marca conhecida e infelizmente as contabilidades ainda continuam acreditando no boca a boca para conquistar novos clientes.

Agora eu lhe pergunto uma coisa… E se o boca a boca mudou?!?!?!?! E se não é mais como antigamente? Será que, pelo fato das pessoas passarem em média quase 4 horas por dia na internet e menos de 3 horas em frente a uma televisão, sua forma de comunicação não tenha mudado também?

Por isso é importante que nós, contadores, olhemos para o nosso marketing de forma diferente. Por exemplo… Seu escritório tem uma Fanpage no Facebook? Possui uma conta no Twitter? Posta fotos dos seus funcionários felizes no Instagram? Seu escritório cria vídeos instrutivos sobre qualquer tema contábil e posta no Youtube? E vídeos sobre seus Cases de Sucesso? Será que não seria interessante uma entrevista, mostrar a sede de um cliente expressivo. Mostrar os resultados de algum trabalho feito, em forma de vídeo e colocá-lo online?

Se já sabemos que as pessoas passam mais tempo online que na TV e levando em consideração que das 8 horas que nos resta diariamente de descanso, passamos metade online, ainda resta dúvida de que já passou da hora de partirmos para o mundo online???

 

 

De Diego Alves Elias Morais

Contador

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É chegada a hora de mudar: por onde começar?

 


É chegada a hora de mudar: por onde começar?

Tomar uma decisão que altera todo o rumo da carreira nem sempre é fácil, conheça meios mais eficazes de avaliar fatores que contribuirão para a mudança.

 

 

A busca por novas oportunidades de crescimento e aprendizado, em um menor espaço de tempo, está se tornando algo mais frequente para profissionais com mais de 10 anos de experiência no mercado. Até então, considerados mais cautelosos, esses profissionais costumavam optar por permanecer na empresa, no anseio de progredir gradativamente na companhia. Uma pesquisa realizada pela Page Group em junho de 2014, com mais de 800 profissionais, aponta que entre executivos de alto e médio escalão, 92% consideram a possibilidade de alterar o rumo da carreira.

Entretanto, antes de recalcular a sua rota, é preciso saber exatamente onde e como quer chegar, caso contrário, o percurso pode se tornar muito mais árduo e tenebroso do que realmente se esperava. Pois bem, qual processo pode contribuir para que seu objetivo seja alcançado com sucesso? Se sua resposta foi coaching, estamos começando a “falar” a mesma língua.

O coaching é o meio mais eficiente e eficaz para atingir novos resultados transformadores em todos os aspectos da vida do indivíduo. Tratando desse exemplo de definição de novos caminhos para obter êxito profissionalmente, abaixo seguem algumas dicas que podem contribuir nesse momento de alteração de trajetória profissional:

Traçar metas claras

Defina exatamente qual é o seu objetivo e, em seguida, formule como, onde e quando quer obter êxito em seu planejamento, lembrando que para evitar frustações, não se esqueça de verificar se o prazo estipulado é alcançável.

Analise todos os prós e contras

Existem técnicas de coaching que permitem analisar indícios importantes para tomar a decisão correta no momento das mudanças, uma delas é a “Ganhos & Perdas”. De maneira superficial, podemos dizer que, por meio dessa técnica, é possível analisar os motivadores e ganhos e, em contrapartida, os sabotadores e as perdas inerentes às novas decisões. Assim, riscos e benefícios estarão claros para você desde a avaliação.

Relacione o que será necessário para colocar seu plano em prática

De uma grande construção a uma pequena reforma, é preciso materiais, ferramentas e mão de obra especializada para a realização da empreitada. Para objetivos profissionais, não poderia ser diferente. Para ser bem-sucedido, é crucial que avalie os recursos necessários para a conclusão de seus anseios.

Faça uma lista de treinamentos, especializações, viagens culturais e outros meios de aprendizados essenciais para sua evolução profissional. Mas não se esqueça de reservar investimentos para se aprofundar no processo de coaching. Afinal, o processo vem ganhando espaço no mundo corporativo e, segundo estudo do Public Personnel Management Journal, 88% dos executivos que participaram de treinamentos de coaching tiveram um aumento em sua performance. Visto como um dos profissionais mais requisitados no mercado de trabalho atualmente, o líder coach destaca-se por focar na solução e trazer retornos exponenciais para a corporação, tornando-se um disseminador de resultados nos mais diferentes segmentos.

Estabeleça as estratégias

Liste os melhores meios e busque inspiração em pessoas que já obtiveram resultados positivos. Exemplos dão motivação extra e, caso não o tenha, perceba a oportunidade de se tornar o primeiro a conseguir esse grande feito.

Plano de ação: comece agora!

Estipule seu primeiro passo, ponderando todos os itens anteriores. Não esqueça que para obter sucesso em cada meta, objetivo e sonho estabelecido, só dependerá de você. Portanto, assumir a total responsabilidade sobre os resultados obtidos, bem como o comprometimento por todas as etapas do processo, é crucial para se bem-sucedido na mudança de área profissional.

Assista à série Minha Vida Como Coach, realizada pela Sociedade Brasileira de Coaching, e entenda como técnicas e ferramentas de coaching contribuem para que pessoas encontrem soluções extraordinárias para suas vidas: http://youtu.be/rwLiPmd2E0U

 

4 perguntas que podem lhe ajudar a definir sua visão de vida.

 

 

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Neste artigo abordaremos 4 perguntas estruturadas que irão lhe ajudar a elaborar a sua visão de vida.

 

Visão.

Quando um aluno do curso de administração ouve a palavra visão, a primeira coisa que vem em sua mente é a visão empresarial, ou seja, aquela que é definida no planejamento estratégico e que determina o que a empresa quer ser, aonde a organização quer chegar no tempo (quando) e no espaço (onde).

Essa prática é muito comum dentre as empresas, mas percebemos que não é muito adotada dentre as pessoas. Se é importante para as organizações definirem o que elas querem ser e aonde elas querem chegar, por que para as pessoas não?
Pensando nisso, veremos abaixo algumas perguntas estruturadas que se forem respondidas corretamente, e de forma realista, poderão ajudar os leitores deste artigo a definir a sua visão de vida.

1. O você quer criar na sua vida através de você que está além de você?
O primeiro aspecto que você precisa definir em sua visão é o que você quer criar através de você, ou seja, através de seu trabalho, através de sua inteligência, através de sua motivação, de sua força de vontade, mas que está além de você, como proporcionar a seus filhos uma boa educação, proporcionar a sua família uma melhor qualidade de vida, proporcionar para sua comunidade mais saúde, segurança e igualdade, dentre outros fatores.

2. O que você quer que esteja mais presente na sua vida?
Nesse questionamento você deve definir o que deseja que esteja mais presente em sua vida num estado futuro. Esses aspectos podem variar de sentimentos, como: mais amor, mais compaixão, mais alegria, até comportamentos, como: mais amizade, mais lealdade, mais bondade, etc.

3. O que você quer que esteja menos presente na sua vida?
Nesse aspecto você deve definir quais os sentimentos e comportamentos que devem estar menos presentes em sua vida em um estado futuro. Como por exemplo: menos raiva, menos rancor, menos ódio, menos ignorância, menos intriga, menos inveja, etc.

4. Qual o mundo que você quer pertencer?
Nesse questionamento você deve definir a qual mundo quer pertencer em um estado futuro, como por exemplo: um mundo ético e com mais oportunidades para os menos favorecidos, um mundo sem preconceitos e com igualdade entre os povos, etc.

Conclusões
Respondendo a essas perguntas estruturadas você estará dando o primeiro passo para definir a sua visão de vida. Entretanto, para que ela se torne sustentável é necessário que você elabore as estratégias que lhe ajudarão a alcançar a sua visão. Essas estratégias são desenvolvidas quando definimos qual a sua missão de vida, o que veremos com mais detalhes em um próximo artigo.
O que nos resta agora é analisar o que essas perguntas podem representar para você, como elas podem lhe ajudar a elaborar a sua visão e como elas podem lhe ajudar a responder a pergunta que não quer calar.

O que você quer ser quando crescer?

 

Coaching: breves comentários

Coaching: breves comentários

 

Para nos envolvermos com novos paradigmas, é necessário que fortaleçamos nossas referências. Com a expansão do mercado e a tendência crescente a valorização do capital humano nas organizações, temos o Coaching como uma metodologia que tem se mostrado eficiente ao longo de sua aplicabilidade. Esse breve artigo traz algumas considerações pessoais sobre o processo

 

Uma metodologia eficaz, capaz de modificar o padrão mental (ciclo de pensamentos) do cliente é extremamente necessária no contexto organizacional atual. Não só atendendo somente demandas internas do cliente, mas sim o vendo como um ser íntegro e sistêmico oCoaching vem contribuir com o desenvolvimento pessoal dos indivíduos.

Uma proposta baseada na ação, ou seja, no modo de fazer e na convivência pessoal. Não basta somente pensarmos numa proposta puramente teórica sem convidar o cliente à prática. É necessário buscar colocá-lo em convívio com as conclusões chegadas durante o processo reflexivo, engrenando o motor dialético, para que o Coachee encontre o caminho mais indicado para alcançar seus objetivos. Um caminho alinhado com suas crenças, valores e seus objetivos de vida.

O Coaching convida a todos a pensar no fazer e como fazer. Por se tratar de uma metodologia voltada na aprendizagem, ela consegue fazer o Coachee criar seus próprios caminhos, baseados em sua história de vida, crenças, valores e principalmente na ressignificação quando necessário. Como o Coach não mostra o caminho, e sim convida o Coachee a construí-los, existe uma valorização maior do processo, pois ao refletir o Coachee dará mais valor a oportunidade por se tratar de um caminho que caminha ao encontro de sua personalidade e experiências.

O processo começa quando o indivíduo se depara com um objetivo, pessoal ou profissional, e não consegue traçar um conjunto de ações para chegar até ele. Ao se deparar com o estado atual (momento em que o individuo está) e seu estado desejado (objetivo), vê-se a necessidade da elaboração de um plano de ações para caminhar de um estado a outro. É nesse momento que o Coaching é necessário e fundamental. É o Coach quem vai através da maiêutica e outras ferramentas específicas auxiliar o Coachee a chegar nesse estado desejado criando um caminho de aprendizagem que caminha em mão dupla. O Coachee aprende a criar seus caminhos no processo e o Coach aprende com o processo e a convivência com o Coachee.

As características supracitadas talvez sejam que faça o Coaching ser a grande metodologia e com a validade que tem. Sem dúvidas, um processo de fundamental importância na vida das pessoas que a buscarem.